terça-feira, 9 de julho de 2013

Edir fiscaliza obras em estradas rurais.

Prefeito visitou diversos pontos do município para acompanhar o andamento das obras de recuperação de vias e pontes.

Edir fiscaliza obras em estradas rurais

Bastante danificada pelo excesso de chuva dos últimos meses, boa parte das vias rurais do município ficou em situação precária, chegando inclusive a impossibilitar a utilização devido à queda de pontes em alguns pontos, o que acabou culminando no adiantamento das férias escolares no interior do município.
Preocupado em garantir o bom andamento das obras de recuperação, na manhã de hoje (08), o prefeito Edir Havrechaki acompanhado do Secretário de Desenvolvimento Urbano e Rural, Marcos Ribas, percorreu algumas dessas localidades do interior do município e conversou com moradores.
Na última sexta-feira (05), o prefeito também concedeu uma entrevista à Rádio Ipiranga,  afirmando que a Prefeitura está se dedicando ao máximo para recuperar as vias do interior, e pediu a colaboração da população:
“Nosso município está entre os vinte maiores do Paraná em extensão territorial. Devido a isso, o estrago dos últimos dois meses demandarão de, no mínimo, 08 meses para que consigamos recuperar. Pedimos a sensibilidade das pessoas quanto a isso. A prefeitura irá trabalhar de maneira incansável.” – afirmou o prefeito, que disse ainda que a recuperação do roteiro escolar será prioridade.


Prefeitura realiza obras de recuperação na Av. das Palmeiras, na Colônia Francesa
A exemplo do que vem acontecendo no interior do município, a Avenida das Palmeiras, na Colônia Francesa, também recebeu uma equipe de manutenção da Prefeitura nos últimos dias.
A avenida, que também ficou bastante prejudicada com a ação da chuva, recebeu um trabalho de nivelamento.
“Sabemos que o trabalho de melhoramento que estamos fazendo não é algo duradouro, mas foi necessário tomar uma atitude emergencial para melhorar a via, que sofreu bastante com a ação da chuva nas ultimas semanas.” – informou Ribas.
Por outro lado, os moradores da Colônia Francesa e toda a população de Palmeira em geral deverão ter uma grata surpresa em breve: A pavimentação e urbanização do bairro estão cada vez mais próximos, visto que a Câmara Municipal, atendendo a um pedido da Prefeitura, aprovou recentemente um operação de crédito no valor de R$ 10 milhões.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Projeto de Reestruturação Administrativa é aprovado em primeiro turno na Câmara Municipal

Maioria dos vereadores aprovou a proposta que permitirá maiores investimentos em Esporte, Cultura, Meio-Ambiente, Agricultura e Pecuária. Segunda votação acontecerá na semana que vem.

Projeto de Reestruturação Administrativa é aprovado em primeiro turno na Câmara Municipal

O projeto de lei nº 3.758 de autoria do executivo municipal, que prevê a criação das Secretarias de Agricultura e Pecuária, Cultura e Esportes e Meio-Ambiente, foi aprovado pela maioria dos vereadores na primeira votação, que ocorreu na sessão ordinária de ontem (02/07). Aproximadamente 70 pessoas estiverem presentes na casa de leis e puderam acompanhar a votação nominal do projeto.
Durante a votação, cinco dos nove vereadores deram parecer favorável à proposta, que permitirá ao executivo municipal trabalhar na captação de recursos para as novas secretarias. Os vereadores que votaram a favor do projeto foram: Fabiano Bishop Cassanta (Bica), Rogério Czelusniak, Domingos Everaldo Kuhn, Arildo Zaleski e José Ailton Vasco. 
Contra o projeto, votaram: Mário Wieczorek, Eliezer Borcoski, João Alberto Ferreira da Costa (Gaiola), e Anselmo Heimbecher Osorio.

Dos que votaram a favor do projeto, José Ailton Vasco foi o que deu o depoimento mais enfático, dizendo que a Agricultura, setor que representa na Câmara Municipal, precisa ter essa atenção maior que será possível a partir da aprovação do projeto de lei.
“A agriculura é responsável por quase um terço da economia de Palmeira e merece ter essa representação. E eu como representante da gente do campo não posso ir contra a um desejo que é de todos os que vivem e trabalham na terra.
Além disso, não posso dizer que não me comoveu a manifestação que tivemos aqui semana passada, das crianças pedindo que as atividades esportivas, hoje colocadas em segundo plano, sejam mais levadas a sério e tenham mais importância.” – completou.

O vereador Domingo Everaldo Kuhn, que também votou a favor da matéria, defendeu as novas secretarias e enfatizou a Secretaria de Meio-Ambiente, que será uma facilitadora para concessão de licenças ambientais, facilitando o trabalho de quem delas necessita.
Dos vereadores que votaram contra o projeto, Anselmo e Mário informaram não ser contra a reforma, mas que querem discutir um pouco mais o projeto, acreditando que a realização de algumas emendas no projeto de lei serão o Ideal para que o projeto seja lapidado e, posteriormente, aprovado.


Prefeitura desmente boatos sobre o projeto

Na última semana, o jornal Gazeta de Palmeira, publicou em sua edição impressa uma nota oficial da Prefeitura de Palmeira, a qual fala sobre alguns boatos maliciosos que foram publicados nas ultimas semanas. Confira a nota na íntegra.
Tendo o objetivo de cumprir com suas propostas de campanha, objetivando oferecer aos cidadãos palmeirenses um serviço público eficaz e de alta qualidade, o prefeito Edir Havrechaki vem tomando medidas fundamentais para se alcançar esse objetivo. Uma das medidas foi a proposição de Reforma Administrativa, apresentada à Câmara de Vereadores para análise e votação sob forma de Projeto de Lei número 3.758.


Desde então, os vereadores tem buscado informações para aprofundar seu conhecimento sobre o assunto e poder votar conscientemente a proposta do Executivo municipal. Nos últimos dias, no entanto, circulou artigo que, embora se proponha colocar luz sobre a situação, atrai para ela trevas e desinformação. O escrito revela números que conduzem a uma interpretação totalmente equivocada, pois não atualiza nem contextualiza as informações, comparando a situação atual com a de décadas passadas.

Portanto, a fim de trazer esclarecimentos aos vereadores que tratam a questão com a seriedade devida e também à população, fazemos algumas observações importantes.
O autor diz naquele artigo que em 1997 a estrutura administrativa da Prefeitura de Palmeira contava com cinco assessorias e nove departamentos, o que custava aos cofres públicos o total de R$ 33.264,00.

Segue dizendo que, em 2009, a reforma realizada na época criou a atual estrutura com secretarias, coordenadorias, diretorias e departamentos, com 55 cargos em comissão, o que passou a custar aos cofres públicos R$ 103.294,30.
Ao se referir à proposta do atual prefeito, o artigo comenta que a nova estrutura vai criar 11 secretarias, as assessorias e os departamentos competentes, além de 94 cargos em comissão, e que essa estrutura custará ao município R$ 200.481,00.
Abordando o assunto de forma tão simplória, o artigo deixa de atualizar e de contextualizar a discussão. Portanto, ao esconder essas informações cria uma realidade distorcida que induz ao erro e ao julgamento precipitado por quem não conhece ou não está acostumado a lidar com esse tipo de informação.

Portanto vejamos:
Em primeiro lugar, é preciso perceber que a estrutura de prestação de serviços de qualquer órgão público, assim como de qualquer empresa, necessita se adequar às transformações que ocorrem no meio social em que se está inserido. Nos últimos anos, novos serviços foram impostos às Prefeituras pelos governos estadual e federal, principalmente nas áreas da saúde e da educação. Novas demandas surgiram pelo crescimento gradual da cidade, com novos bairros, mais escolas, postos de saúde, creches, etc. E isso não para por aqui. Essas necessidades de adequação continuarão se impondo, assim como também ao Legislativo municipal que, há poucos anos contava com reduzido número de servidores, hoje esse número aumentou e já se trabalha para a construção de uma nova e moderna sede própria, com gabinetes e assessorias individuais. Isso tudo será preciso para adequar o trabalho do Legislativo às necessidades do momento de nosso povo. Vejam as mudanças criadas na área do Judiciário local, com a construção do Fórum que deixou as antigas instalações da rua XV de novembro, a contratação de inúmeros servidores e, mais recentemente, a construção do Fórum para atender especificamente às demandas da área eleitoral.
Se entendermos essa questão da adequação das estruturas às mudanças na sociedade, perceberemos que nada há de extraordinário nos números apresentados. Seria extraordinariamente defasado chegar a 2013 com a mesma estrutura gerencial, de serviços, equipamentos e de pessoal como as de 1997.

Entendendo essa questão, precisamos, ainda, para ter uma análise criteriosa e verdadeira, comparar os números de gastos com a receita do município em cada época, e não comparar a proposta de hoje com o orçamento de 15 anos passados.

Assim, veremos que em 1997 o orçamento anual de Palmeira foi de R$ 7.207.944,00, com a estrutura de cargos gerenciais custando R$ 33.264,00, equivalente a 5,54%. No ano de 2009, quando houve a primeira reforma, o orçamento municipal foi de R$ 36.366.920,57 para um custo da estrutura gerencial na casa de R$ 103.294,30, igual a 3,41%. Agora, em 2013, a proposta de adequação da estrutura administrativa vai custar R$ 145.234,30 (e não R$ 200.481,00 que foram previamente informados de forma erronia pelo autor), isto para um orçamento anual projetado de R$ 66.205.015,17, ou seja, 2,63%, praticamente sem alteração em relação ao custo da estrutura atual e muito mais barata que a estrutura arcaica e defasada de 1997. Além disso, observe-se que só se chegará a esse valor se todos os cargos forem preenchidos, o que não é vontade da Administração, conforme ficará claro mais adiante. Dentro da previsão do Executivo, o custeio da estrutura gerencial ficará em torno de apenas 2% (dois por cento). 

Além da contextualização receita x despesas, é preciso esclarecer que não serão criadas 11 secretarias, como diz o artigo, mas apenas três, pois as demais já existem na estrutura atual. Também não serão criados 94 cargos, mas apenas 12, uma vez que os demais já existem.

Em Palmeira, os cargos comissionados devem ser preenchidos igualitariamente, ou seja, metade por indicação do prefeito e metade por servidores de carreira. Dos atuais 82 cargos existentes atualmente, somente 59 estão preenchidos, sendo que são 32 por indicação política e 27 ocupados por servidores de carreira. O prefeito poderia indicar até 41 pessoas e ocupar os demais 41 com servidores concursados, mas não o faz por entender que não são necessários no momento atual. Por que, então, a proposição de se criar mais 12 cargos. Voltaremos à questão da atualização da estrutura às mudanças no meio social. 

Se futuramente houver necessidade da nomeação para suprir uma demanda justa por serviços, havendo a necessidade de nomear algum servidor para a realização desses serviços, e se houver arrecadação suficiente para garantir o pagamento dentro dos parâmetros impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, a administração terá condições de realizar a indicação de forma imediata, não deixando a população sem a prestação do serviço enquanto um novo Projeto de Lei terá que ser novamente apresentado à Câmara e toda a discussão que ora está sendo tratada terá que ser refeita. Esses cargos, como já foi explicado pela Procuradora do Município na reunião específica com os vereadores, são uma reserva de contingência para o caso do Executivo, no futuro, se houver necessidade do serviço e se houver caixa para tal, prover a contratação. Lembrando que, tal contratação é de responsabilidade exclusiva do Executivo e, portanto, se for feita terá que ser dentro do estrito mandamento legal e com todas as suas consequências.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Prefeitura presta esclarecimentos sobre proposta de Reforma Administrativa

As mudanças preveem a melhoria dos serviços públicos municipais com a criação de três novas secretarias


Prefeitura presta esclarecimentos sobre proposta de Reforma Administrativa

Tendo o objetivo de cumprir com suas propostas de campanha, objetivando oferecer aos cidadãos palmeirenses um serviço público eficaz e de alta qualidade, o prefeito Edir Havrechaki vem tomando medidas fundamentais para se alcançar esse objetivo. Uma das medidas foi a proposição de Reforma Administrativa, apresentada à Câmara de Vereadores para análise e votação sob forma de Projeto de Lei número 3.758.
Desde então, os vereadores tem buscado informações para aprofundar seu conhecimento sobre o assunto e poder votar conscientemente a proposta do Executivo municipal. Nos últimos dias, no entanto, circulou artigo que, embora se proponha colocar luz sobre a situação, atrai para ela trevas e desinformação. O escrito revela números que conduzem a uma interpretação totalmente equivocada, pois não atualiza nem contextualiza as informações, comparando a situação atual com a de décadas passadas.
Portanto, a fim de trazer esclarecimentos aos vereadores que tratam a questão com a seriedade devida e também à população, fazemos algumas observações importantes.
O autor diz naquele artigo que em1997 aestrutura administrativa da Prefeitura de Palmeira contava com cinco assessorias e nove departamentos, o que custava aos cofres públicos o total de R$ 33.264,00.
Segue dizendo que, em2009, areforma realizada na época criou a atual estrutura com secretarias, coordenadorias, diretorias e departamentos, com 55 cargos em comissão, o que passou a custar aos cofres públicos R$ 103.294,30.
Ao se referir à proposta do atual prefeito, o artigo comenta que a nova estrutura vai criar 11 secretarias, as assessorias e os departamentos competentes, além de 94 cargos em comissão, e que essa estrutura custará ao município R$ 200.481,00.
Abordando o assunto de forma tão simplória, o artigo deixa de atualizar e de contextualizar a discussão. Portanto, ao esconder essas informações cria uma realidade distorcida que induz ao erro e ao julgamento precipitado por quem não conhece ou não está acostumado a lidar com esse tipo de informação.
Portanto vejamos:
Em primeiro lugar, é preciso perceber que a estrutura de prestação de serviços de qualquer órgão público, assim como de qualquer empresa, necessita se adequar às transformações que ocorrem no meio social em que se está inserido. Nos últimos anos, novos serviços foram impostos às Prefeituras pelos governos estadual e federal, principalmente nas áreas da saúde e da educação. Novas demandas surgiram pelo crescimento gradual da cidade, com novos bairros, mais escolas, postos de saúde, creches, etc. E isso não para por aqui. Essas necessidades de adequação continuarão se impondo, assim como também ao Legislativo municipal que, há poucos anos contava com reduzido número de servidores, hoje esse número aumentou e já se trabalha para a construção de uma nova e moderna sede própria, com gabinetes e assessorias individuais. Isso tudo será preciso para adequar o trabalho do Legislativo às necessidades do momento de nosso povo. Vejam as mudanças criadas na área do Judiciário local, com a construção do Fórum que deixou as antigas instalações da rua XV de novembro, a contratação de inúmeros servidores e, mais recentemente, a construção do Fórum para atender especificamente às demandas da área eleitoral.
Se entendermos essa questão da adequação das estruturas às mudanças na sociedade, perceberemos que nada há de extraordinário nos números apresentados. Seria extraordinariamente defasado chegar a 2013 com a mesma estrutura gerencial, de serviços, equipamentos e de pessoal como as de 1997.
Entendendo essa questão, precisamos, ainda, para ter uma análise criteriosa e verdadeira, comparar os números de gastos com a receita do município em cada época, e não comparar a proposta de hoje com o orçamento de 15 anos passados.
Assim, veremos que em 1997 o orçamento anual de Palmeira foi de R$ 7.207.944,00, com a estrutura de cargos gerenciais custando R$ 33.264,00, equivalente a 5,54%. No ano de 2009, quando houve a primeira reforma, o orçamento municipal foi de R$ 36.366.920,57 para um custo da estrutura gerencial na casa de R$ 103.294,30, igual a 3,41%. Agora, em2013, aproposta de adequação da estrutura administrativa vai custar R$ 145.234,30 (e não R$ 200.481,00 que foram previamente informados de forma erronia pelo autor), isto para um orçamento anual projetado de R$ 66.205.015,17, ou seja, 2,63%, praticamente sem alteração em relação ao custo da estrutura atual e muito mais barata que a estrutura arcaica e defasada de 1997. Além disso, observe-se que só se chegará a esse valor se todos os cargos forem preenchidos, o que não é vontade da Administração, conforme ficará claro mais adiante. Dentro da previsão do Executivo, o custeio da estrutura gerencial ficará em torno de apenas 2% (dois por cento).
Além da contextualização receita x despesas, é preciso esclarecer que não serão criadas 11 secretarias, como diz o artigo, mas apenas três, pois as demais já existem na estrutura atual. Também não serão criados 94 cargos, mas apenas 12, uma vez que os demais já existem.
Em Palmeira, os cargos comissionados devem ser preenchidos igualitariamente, ou seja, metade por indicação do prefeito e metade por servidores de carreira. Dos atuais 82 cargos existentes atualmente, somente 59 estão preenchidos, sendo que são 32 por indicação política e 27 ocupados por servidores de carreira. O prefeito poderia indicar até 41 pessoas e ocupar os demais 41 com servidores concursados, mas não o faz por entender que não são necessários no momento atual. Por que, então, a proposição de se criar mais 12 cargos. Voltaremos à questão da atualização da estrutura às mudanças no meio social.
Se futuramente houver necessidade da nomeação para suprir uma demanda justa por serviços, havendo a necessidade de nomear algum servidor para a realização desses serviços, e se houver arrecadação suficiente para garantir o pagamento dentro dos parâmetros impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, a administração terá condições de realizar a indicação de forma imediata, não deixando a população sem a prestação do serviço enquanto um novo Projeto de Lei terá que ser novamente apresentado à Câmara e toda a discussão que ora está sendo tratada terá que ser refeita. Esses cargos, como já foi explicado pela Procuradora do Município na reunião específica com os vereadores, são uma reserva de contingência para o caso do Executivo, no futuro, se houver necessidade do serviço e se houver caixa para tal, prover a contratação. Lembrando que, tal contratação é de responsabilidade exclusiva do Executivo e, portanto, se for feita terá que ser dentro do estrito mandamento legal e com todas as suas consequências.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Conselho de Desenvolvimento Rural de Palmeira elege nova diretoria após 8 anos

Produtores rurais estão dispostos a trabalhar para melhorar as condições de vida na área rural do município


Conselho de Desenvolvimento Rural de Palmeira elege nova diretoria após 8 anos

Em reunião que aconteceu na manhã desta segunda-feira (24/6), na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Palmeira, foi eleita a nova diretoria do Conselho de Desenvolvimento Rural de Palmeira (CODERP) que encontrava-se inativo há oito anos.
 Dezenas de pessoas participaram da reunião e dez dos presentes concorreram aos cargos na Diretoria Executiva. Vanderlei Mroginski, Deoclecio Bordinhão, Adriana Bacila Eurich, Genivaldo Pinheiro, Oderlei Kunhz Bordinhão, Maria Lercinda Prezibioviz Borges, José Otto Borges, Geraldo Gulchinski, José Marcelino de Jesus e José Gelinski.
 Após votação ficaram eleitos os 5 mais votados
Deoclecio Bordinhão: 22 votos
Vanderlei Mroginski: 21 votos
Genivaldo Pinheiro:  15 votos
Adriana Eurich: 14 votos
Oderlei Kuhnz Bordinhão: 14 votos
 Logo após à divulgação do resultado, os cinco membros da nova executiva elegeram o presidente, vice e secretário, sendo: Presidente: Deoclécio Bordinhão, Vice: Vanderlei Mroginski e secretário: Genivaldo Pinheiro.

A executiva é formada, além dos cinco, mais com os seguintes membros

Representante da Prefeitura: Nilton Antonio Wendler.
Representante do EMATER : Elmar Maidl.
Representante do Sindicato Rural de Palmeira: Terézio Schamne.
Representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Palmeira: Roselaine de Fátima Barausse.
Representante da Câmara de Vereadores: José Ailton Vasco.
 Elizete Lima Schroeder, assistente social e ex-secretária do Conselho, disse que os depoimentos foram de que está na hora de trabalhar pelo interior do município, de ter planos e metas para as comunidades do interior de Palmeira.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Palmeira cadastra proposta para a ampliação do sistema de abastecimento de água no interior do município.

Caso aprovada, proposta deverá beneficiar até 08 comunidades


Palmeira cadastra proposta para a ampliação do sistema de abastecimento de água no interior do município

Na última sexta-feira (21), o vice-prefeito Marcos Levandoski foi até a sede estadual da Fundação Nacional da Saúde – FUNASA – em Curitiba, a fim de entregar a documentação correspondente à proposta para a ampliação na rede de abastecimento de água no interior do município.
Caso seja aprovada, até 08 comunidades poderão ser beneficiadas por 04 sistemas, sendo cada sistema composto por um poço artesiano, uma caixa de água e toda a infraestrutura para a rede de distribuição.
Segundo Aldemar Viante, Engenheiro da Prefeitura Municipal que acompanhou o vice-prefeito durante a viagem, as comunidades cadastradas para receber os sistemas são:

Sistema 01: Faxinal do Silva, Lajeado Liso e São Marcos;
Sistema 02: Água clara e Cantagalo;
Sistema 03: Boa Vista e Limeira e;
Sistema 04: Encruzilhada.

A Funasa, por meio do Departamento de Engenharia de Saúde Pública (Densp), viabiliza a implantação, ampliação e/ou melhorias em sistemas de abastecimento de água nos municípios com população de até 50.000 habitantes, com o objetivo fomentar a implantação de sistemas de abastecimento de água para controle de doenças e outros agravos, com a finalidade de contribuir para a redução da morbimortalidade – provocada por doenças de veiculação hídrica – e para o aumento da expectativa de vida e da produtividade da população.

Projeto da Prefeitura de Palmeira poderá reformar e ampliar 5 unidades de Saúde


Propostas cadastradas junto ao governo federal devem abranger as unidades de Faxinal dos Quartins, Pinheiral de Baixo, Queimadas, Guarauninha e Boqueirão.


Projeto da Prefeitura de Palmeira poderá reformar e ampliar 5 unidades de Saúde

A Prefeitura de Palmeira, através da Secretaria de Governo e Planejamento, deu inicio aos trabalhos para o cadastramento de proposta junto ao governo federal para a reforma e ampliação de 05 unidades básicas de saúde. Segundo o secretário e vice-prefeito Marcos Levandoski, num primeiro momento deverão ser beneficiadas as unidades de Faxinal dos Quartins, Pinheiral de Baixo, Queimadas, Guarauninha e Boqueirão.
“A reforma e ampliação se dará nessas comunidades porque temos o entendimento de que estes são pontos-chave para que possamos prestar melhores serviços para a população.  Atualmente, cada unidade tem, em média, apenas 60m², com a reforma e amplicação, esta metragem passará para 153m³, tornando as unidades aptas a trabalharem com o “Saúde da Família” e outros programas.  Outro fator importante é que os imóveis passarão a ter todas as adequações de acessibilidade, garantindo assim maior facilidade e igualdade para o recebimento do atendimento” – informou.
Segundo Josimar Victor do Nascimento, Coordenador de Planejamento da prefeitura, além dessa proposta cadastrada, o município também possui o cadastro da solicitação de construção de 10 novas unidades de saúde.
“A ideia é que o município seja beneficiado com as novas unidades, mas caso não tenhamos êxito para a construção de todas as 10, as demais passarão pelo trabalho de reforma e ampliação. Assim, todas as unidades deverão ser beneficiadas por um programa ou outro” – afirmou Josimar, que informou ainda que a secretaria está trabalhando em outras frentes:


'Paralelamente a isso estamos implementando ações para aquisição de equipamentos médicos, administrativos e de informática para as unidades de saúde, tanto da cidade quanto do interior, além da implantação de programas de educação para a saúde, como o programa “Saúde na Escola” que nos próximos meses atenderá mais de 4.000 estudantes matriculados em creches, escolas públicas municipais e estaduais com avaliação antropométrica e de acuidade visual, com o objetivo de identificar precocemente possíveis doenças e seus agravos ligados à obesidade e a saúde dos olhos, além de várias palestras educativas nas escolas selecionadas para esta primeira edição do programa no município de Palmeira.' - completou.


Sobre o Programa de Requalificação de Unidades Básicas de Saúde (UBS)
O Programa de Requalificação de UBS tem como objetivo criar incentivo financeiro para as Unidades Básicas de Saúde implantadas em todo território nacional, como forma de prover infraestrutura adequada às Equipes de Atenção Básica para desempenho de suas ações.
Pelo Programa são financiadas reformas e ampliações de Unidades Básicas de Saúde implantadasem imóvel próprio do Município ou a ele cedido por outro ente federativo. No componente reforma apenas são financiadas UBS com metragem de área construída superior a 153,24 m².
Para a realização do cadastro da proposta, o município inicialmente deverá acessar o sistema e responder o questionário de diagnóstico das Unidades Básicas de Saúde caso ainda não o tenha feito.
O Ministério da Saúde através do Programa de Requalificação das UBS visa contribuir para estruturação e o fortalecimento da Atenção Básica e para a continuidade da mudança do modelo de atenção à saúde no País, propondo que a melhoria da estrutura física da UBS seja facilitadora para a mudança das práticas das Equipes de Saúde.
Fonte: www.palmeira.pr.gov.br

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Você conhece este local? Isso também é Palmeira.

A forte chuva que cai neste manha em Palmeira produziu um espetáculo natural que poucos viram em nossa cidade. Pedimos a população que não jogue lixo na rua, pois com a chuva ele acaba indo parar no leito dos rios como mostra o video. Confira!!